Skip to content

NOVO ENDEREÇO DO BLOG

8 de Novembro de 2009

Acessem?
www.ff1.com.br
As postagens continuarão por lá.

Aguardo vocês!

Anúncios

FATORES PSICOLÓGICOS DO EXCESSO DE PESO – 3/3

29 de Outubro de 2009

Último post sobre o tema. Boa leitura!

3- Prazer e Excesso de Peso

Embora a comida seja considerada como uma fonte de prazer, Cassius (1990) explica que quem come demais, perdeu a capacidade de sentir prazer. Isto ocorre porque cada vez mais se come rápido e em grandes quantidades; sente-se culpado por isso; desespera-se por perder o controle; forma-se um círculo vicioso, come-se mais rápido para não se sentir culpado. A crítica que o obeso recebe por comer demais acaba interferindo na permissão interna de sentir prazer. Isto pode, talvez, influenciar na sensação de outros tipos de prazeres.

É possível identificar nesta doença justificativa para um tratamento psicológico, por ter uma concepção psicossomática multidisciplinar e um paradigma holístico da ciência. Salientando que elas se inter-relacionam.

Podemos definir psicossomática como sendo uma visão teórica geral sobre a saúde, o adoecer e as práticas de saúde. É um campo de pesquisa sobre esses fatos e, ao mesmo tempo, uma prática, a prática de medicina integral.

É na visão da medicina psicossomática que se encontra o espaço de interação entre os fenômenos psíquicos e os somáticos, superando o dualismo, muitas vezes encontrado entre mente e corpo. Kaplan e Kaplan declaram que a obesidade pode não ser uma onipotente desordem psicossomática, mas provavelmente, a mais significante.

Um dos pioneiros desta visão dentro da medicina Reich (1975) compreende as doenças como “uma experiência psíquica que pode provocar uma resposta somática que produz uma mudança permanente em um órgão”. Segundo ele, esta definição se aplica a todas as enfermidades orgânicas. Considera que os desequilíbrios das funções do corpo, sob qualquer forma, poderiam ser o resultado de uma perturbação geral do funcionamento vegetativo que, em outras palavras, representa uma visão progressiva da função normalmente unitária do mecanismo vital. Por volta de 1920, este era, um dos primeiros conceitos funcional-unitários da relação corpo-mente. Reich também descobriu que atitudes e experiências emocionais podem dar origem a certos padrões musculares, que bloqueiam o livre fluxo de energia no funcionamento do organismo.

Mello Filho (1992) declara que “a percepção Psicossomática implica em uma atitude de individuação do paciente”, valorizando sua história pessoal e fazendo correlação com os sintomas atuais. Segundo Cormillot (1977) este enfoque é fisiológico, psicológico e social. De acordo com esta concepção o estudo do excesso de peso é vista na interação de profissionais da clínica, nutrição, saúde mental, educação física dentre outros, uma atitude holística.

Segundo Capra (1982) e Crema (1989) o holismo significa integração, à parte de um todo. Desta maneira quando se analisa o ser humano sob este prisma, está implícito que ele é formado por um conjunto complexo de estruturas: fisiológica, social, emocional, espiritual, psicológica que se inter-relacionam, acarretando o aparecimento de um problema numa determinada área, passando a afetar todas as outras.

Capra declara ainda, que a nossa cultura identifica o corpo humano como uma máquina, que precisa ser analisada em suas partes, considera o corpo separado da mente, e a saúde sendo definida como ausência de doença. No entendimento holístico é adotada uma outra conduta. A concepção sistêmica dos organismos vivos é a sua base, a saúde é percebida como um processo contínuo e totalmente dependente do meio ambiente natural e social, desta forma, dinâmico e flutuante.

FATORES PSICOLÓGICOS DO EXCESSO DE PESO – 2/3

29 de Outubro de 2009

Continuação do post anterior. Boa leitura!

2- Excesso de Peso e Imagem Corporal

Schilder (1980) define imagem corporal como “a figuração de nosso corpo formada em nossa mente, ou seja, o modo pelo qual o corpo se apresenta para nós”. Explica que apesar desta imagem ser adquirida através dos nossos sentidos, logo, um comportamento ligado à percepção, ela está separada das representações mentais. Isto dá um sentido psicológico à imagem corporal e um significado para o conhecimento interior do corpo. Segundo o teórico, é também desta forma que o modelo postural torna-se a base de atitudes emocionais para o nosso corpo.

Seu estudo mostra que a imagem corporal não é apenas destruída e ameaçada pela dor, a doença, a mutilação real, como também o é por toda insatisfação profunda ou distúrbio libidinal.

Freedman (1991) ressalta que apesar da imagem corporal ser imaginária, ela pode ser vivida como algo tão real como o corpo mesmo. Pode se transformar em uma fonte constante de energia ou em uma causa de dor crônica. Como é uma imagem pode sofrer distorções, ou seja, pode-se considerar que certa parte do corpo é anormal ou se acredita que suas formas e suas medidas são inadequadas.

Weiss et al (1986) ainda aponta como indicativos de distúrbios da imagem corporal a excessiva preocupação da pessoa por sua obesidade, o peso é o que mais lhe interessa; há dificuldade para se olhar no espelho; não se reconhece em seu tamanho real quando engorda ou emagrece.

Os teóricos ressaltam ainda que, alguma pessoa cujo excesso de peso têm início na vida adulta mantém uma imagem na memória de magra. A imagem corporal destas pessoas fixada na infância aparece como imutável apesar da realidade ser outra. Esta negação inconsciente da realidade bloqueia o progresso na direção do emagrecimento ou de se fazer uma dieta. Além disso, o que parece motivar as pessoas para emagrecer e se manterem magras está relacionado com sua habilidade em ter uma imagem real, substituindo a distorção da imagem corporal.

Glucksman & Hirsch (1969) declararam que durante o tratamento de pessoas com excesso de peso verificou através do desempenho, o aparecimento do fenômeno “fantasma”, que parece ficar mais marcante durante a perda de peso, porque é uma espécie de compensação frente ao tamanho atual. Os teóricos afirmam que este fenômeno é mais comum nos sujeitos obesos desde crianças, época em que a “imagem do tamanho do corpo”, antes da perda de peso é relativamente fixada e não pode ser alterada tão rapidamente quanto a atual mudança na configuração do corpo.

Nunes et al (2001) mostraram que há uma relação entre percepção corporal, o índice de massa corpória e os comportamentos alimentares anormais. Mulheres que se sentiam gordas apresentaram um risco quatro vezes maior de comportamentos alimentares anormais. Assim, observamos a importância da avaliação da percepção do peso corporal em estudos que envolvem o controle do peso.

Como foi possível observar, os estudos indicam que a fase de desenvolvimento no qual tem início, o excesso de peso, faz toda a diferença: aqueles que eram magros e depois se tornaram gordos, tendem a manter uma imagem de seu corpo como magros; enquanto que aqueles que eram gordos desde a infância, têm dificuldade de se adaptar a uma nova imagem.

FATORES PSICOLÓGICOS DO EXCESSO DE PESO – 1/3

29 de Outubro de 2009

Pessoal, estou conhecendo novos sites e blogs que falam sobre o assunto. Dentre eles, achei um que fala sobre isso. Segue abaixo a informação pra vocês. Boa leitura!

1- Excesso de Peso e Ansiedade

Segundo Spileber (1981) a ansiedade é um fenômeno de natureza emocional, que se manifesta como estado psicológico, ou seja, uma condição transitória que varia de intensidade e depende das formas de reação. Estas reações envolvem manifestações subjetivas e sinais fisiológicos relacionados com alterações da taxa respiratória e da pressão arterial, manifestando-se dentre outras formas, pela postura do corpo, os tipos de respostas ao stress, a maneira de executar certas tarefas. Para o autor a ansiedade também pode ser percebida como traço de personalidade, sendo consideradas umas tendências básicas da pessoa, que pode levá-la a estabelecer formas bem definidas de defesa.

Cabe salientar que há uma interação dinâmica entre estado e traço de ansiedade, ou seja, a ansiedade que se manifesta “agora” e que se caracteriza como o estado, pode assumir proporções que levam a pessoa a uma ansiedade crônica, passando a ser um traço.

A ansiedade é um dos problemas enfrentados pelas pessoas com excesso de peso. Segundo Stuart & Jacobson (1990) e a Sociedade Brasileira de Psiquiatria Clínica (1993) afirma que a pessoa pode aprender a comer, em resposta a ansiedade uma vez que a comida a diminui.

Alguns teóricos consideram a ansiedade como conseqüência da redução alimentar que enfrenta o indivíduo com excesso de peso em processo de emagrecimento. Abranson &Wunderlick (1972) com o objetivo de testar a hipótese de que o indivíduo com excesso de peso come para aliviar a ansiedade, elaboraram uma pesquisa com 33 sujeitos obesos e 33 de peso normal, do sexo masculino. Eles testaram o consumo de alimento, através da quantidade de bolachas consumidas durante 15 minutos. Enquanto as sujeitos esperavam, os pesquisadores deixaram um saco de bolachas na sala e anunciaram a possibilidade de um experimento à base de eletrochoque (usado como estímulo para ativar o medo).

Os resultados sugeriram que os sujeitos obesos foram mais reativos à ansiedade provocada pelo estímulo do que os sujeitos “normais”, embora a diferença de consumo alimentar não tenha sido significativa entre os dois grupos. Apesar desta atitude demonstrar que os obesos tendem a ter mais ansiedade, apresenta dúvidas em relação à proposição de que a comida representa um método de controle da ansiedade, pois se tratou de uma situação ameaçadora, onde não é possível generalizar este comportamento como um traço específico do obeso.

Santos realizou uma pesquisa em 1990 com o objetivo de verificar a ansiedade em 285 sujeitos obesos, de ambos os sexos, usando como metodologia o Inventário de Avaliação de Ansiedade Traço-Estado (IDATE), constatou que as mulheres tinham a ansiedade aumentada em relação aos homens. Considera que a ansiedade é uma característica da pessoa obesa, sendo acentuada pela redução da ingestão alimentar, atribuindo a isto a dificuldade em seguir uma dieta.

Stunkard (1987) declara que isto ocorre em relação a outros distúrbios, e demonstra um estudo que realizou no qual verificou que mais da metade dos sujeitos que estavam em dieta hipocalórica tinham experienciado depressão, tensão, fraqueza e/ou irritabilidade. Continuando em outras pesquisas pode identificar a presença de depressão e de outras reações emocionais a regimes para redução de peso.

Salienta Stunkard (1974) que estas reações desencadeadas pela dieta são influenciadas também por fatores tais como: pessoas cujo problema de obesidade iniciaram na infância; restrições severas de calorias que podem produzir mais reações emocionais; o uso de medicação.

LANÇAMENTO DISPONÍVEL

23 de Outubro de 2009
Olá, pessoal.
Saudações!
Já temos disponível em nossa Loja Virtual o lançamento incrível da Herbalife. O novo sabor de Shake.
Aproveite e experimente logo mais essa delícia e passe a ter um Bem Estar Completo!
Abraços!

PROTEGENDO SUA SAÚDE

18 de Outubro de 2009
Protegendo sua Saúde
Dr. Nataniel Viuniski
NAB – Herbalife
Em 2009 o mundo viveu um grande pesadelo: a epidemia mundial da Gripe A. Enquanto a prometida vacina não chega, os especialistas são unânimes em afirmar que duas medias são eficientes e seguras para ajudar a proteger a saúde contra o ataque desse vírus: A boa nutrição e a higiene correta das mãos.
Sendo assim, mais uma vez a Herbalife está numa posição privilegiada para ser uma aliada dos órgãos governamentais e dos profissionais da saúde para promover o bem estar da população.
Uma alimentação variada, colorida, rica em frutas e vegetais, com proteína de alto valor biológico, composta por açúcares e gorduras saudáveis, associada ao hábito de beber bastante líquido, na forma de água ou chás além da prática regular de atividade física ao ar livre, é uma forma científica de estimular as defesas do organismo contra o ataque do vírus da gripe.
Além disso, a lavagem correta das mãos, associada ao uso do álcool na forma de gel, provou ser eficaz a ponto de se tornar um novo hábito saudável para pessoas de todas as idades, tanto nas residências como nos hospitais.
Uma pesquisa realizada pelo laboratório Microbiotécnica, a pedido da revista Veja, demonstrou que o Gel Soft Green da Herbalife reduziu 83,7% das bactérias das mãos das pessoas estudadas quando utilizado sozinho e quando utilizado após a lavagem das mãos, essa redução chegou a 96,5%. Foi o melhor resultado entre todos os produtos analisados pelo estudo.
Os pesquisadores notaram que o álcool pode causar um leve ressecamento das mãos em pessoas com a pele mais sensível e recomendaram o uso de um creme hidratante após o uso do gel.
Tenha uma alimentação saudável, use os produtos conforme recomendado no rótulo e adote bons hábitos de higiene. O resultado será cada vez mais saúde e sucesso.

LANÇAMENTO!!!

15 de Outubro de 2009